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Reprodução humana e comunidade LGBT

Reprodução humana e comunidade LGBT

Enquanto homem ou mulher, ter filhos é uma alegria que qualquer um merece experimentar. É uma
das funções naturais do ser humano, o mesmo que tato, olfato etc. Não tê-los, poderá significar para
alguns uma lacuna de vida. Outros talvez aprendam a viver sem. Mas é impossível em algum momento
não se refletir sobre o assunto.

Nosso Centro sempre esteve na vanguarda, na oferta de serviços em Reprodução Assistida para todo e
qualquer indivíduo que queira ter filhos. Não fazemos nenhuma distinção quanto à orientação sexual,
apenas seguimos as normas do Conselho Federal de Medicina que impõe determinadas restrições.
Não importa em qual estagio da definição de sua orientação, estamos à disposição para ajuda-los a
conseguir a gravidez desejada, ou preservar a possibilidade de procriação em algum momento de sua
vida.

Estamos aptos a ajudar todos os indivíduos que pensam em um dia procriar usando seus próprios
gametas independente da definição pessoal de vida.

HOMOAFETIVOS FEMININOS:

Inseminação intrauterina: Esperma de Banco de Sêmen

Com útero e trompas saudáveis, uma simples inseminação artificial, poderá alcançar uma gestação. O
ciclo ovulatório é monitorado com a ultrassonografia, utilizando-se o ciclo natural ou estimulado.
Sabemos então o momento que ocorrerá a ovulação, descongela-se a amostra de sêmen, e por um
simples exame ginecológico, uma sonda muito fina e maleável, colocamos direto dentro da cavidade
uterina. A probabilidade de gestação é igual a natureza, dependendo da idade, em média 30/35%.
Quando algum fator tubário existe, uma fertilização in vitro poderá alcançar o objetivo.

Fertilização in Vitro Reciproca:

Mulheres homoafetivas, mesmo sem nenhum problema de fertilidade, pode escolher em extrair óvulos
de uma parceira, fecunda-los no laboratório, com esperma de Banco, e o embrião conseguido, é
transferido ao útero da outra parceira. Isto leva a ambas as parceiras estarem profundamente
envolvidas com esta gravidez.

A parceira que produzirá os óvulos será estimulada com hormônios naturais, aumentando o
recrutamento de óvulos pelos ovários. Este tratamento dura em média 15 dias, com controles de
sangue e ultrassom. No momento que os folículos chegaram ao tamanho ideal, por via vaginal
ultrassonográfica, com leve sedação, aspiramos estes óvulos. Encaminhados ao laboratório contiguo,
aonde serão inseminados pelos espermatozoides de Banco.

A parceira que receberá os embriões conseguidos será preparada em paralelo, com hormônios naturais
orais, para que o útero se prepare para receber o/os embriões.

Após 3 dias de cultivo no laboratório a parceira/receptora, retorna a clínica para a colocação do/dos
embriões no útero, por um simples exame ginecológico, seguido da transferência para o útero.

A chance de engravidar, pode variar de acordo com a idade da parceira/ doadora (idade do ovulo),
sendo em média de 30 a 45%.

De acordo com o Conselho Federal de Medicina a utilização do esperma de doador, só pode ser
utilizado anonimamente, a partir de Bancos de sêmen. É vedado o uso de sêmen de conhecidos, ou
irmãos e parentes.

HOMOAFETIVOS MASCULINOS:

A única possibilidade de concepção para homoafetivos masculinos é pela doação de óvulos e útero de
substituição.

A normatização do Conselho Federal de Medicina estipula que óvulos só podem ser doados
anonimamente, quanto ao útero de substituição, entre parentes até 4 * grau, pode ser utilizado.
Situações pontuais, de falta de um parente para carrear a gestação, pode-se através dos Conselhos
Regionais de Medicina, entrar com um processo bem embasado, para utilização de útero não
aparentado. O sêmen, no caso pode ser de um dos parceiros.

O tratamento feito através da fertilização in vitro, é semelhante ao acima descrito, sendo que o
anonimato da doadora é obrigatório.

TRANSGÊNEROS:

Você que nasceu com um sexo anatômico, mas considera-se do sexo oposto, passa por uma série de
decisões e definições durante a vida, até o momento que assume aquela orientação. Até o momento de
iniciar sua transição, muito tempo pode passar, ou há casos que este momento é mais rápido.
Obviamente dependerá de cada indivíduo, família, e ambiente social, e principalmente a idade.

A transição é o momento da assunção e a partir dali se submeterá a um tratamento, para uma
transformação física. Este tratamento envolve uma terapia hormonal, com medicamentos à base
Estrogênio (hormônio feminino) ou androgênio (hormônio masculino).

Ideal seria que antes do início desta mudança o indivíduo tivesse uma consulta com o especialista de
fertilidade, para elucidar as tantas questões em relação a Reprodução futura.

Transgênero masculino (nascido mulher):

A utilização de Testosterona (hormônio masculino) criará mudanças significativas no seu corpo,
incluindo parar de ovular, e ter ciclos menstruais. Os seios dependerão da idade de início do
tratamento. Já desenvolvidos, apenas a cirurgia plástica, com a sua remoção poderá resolver. A
fertilidade pode ser restaurada em alguns meses após a parada da reposição hormonal (mas não
garantida)

Antes da Transição: Através da inseminação ou da relação sexual antes de iniciar a reposição hormonal,
pode ser uma opção para certas pessoas. Muitos não querem passar por esta opção, pelo tempo ou
falta de decisão sobre o que quer no futuro.

Congelamento de óvulos

Você pode preservar a chance de engravidar, pelo congelamento de óvulos antes do início de sua
transição/ inicio de medicação. Este tratamento envolve a utilização de medicações para estimular os
ovários, por 15 dias, aspiração destes óvulos, por via vaginal e sedação leve. Os óvulos congelados
podem ficar eternamente neste estado sem perder o potencial. Importante compreender, que não
estamos guardando uma gravidez ou bebe, mas o potencial daqueles óvulos poderem lhe dar uma
gestação no futuro.

Congelamento de Embriões

Outra opção é fertilizarmos estes óvulos com esperma de seu parceiro ou de sêmen de um banco,
congelando já o embrião para uso futuro. Esta opção envolve outras questões como guardar um
embrião, que para alguns pode ser uma vida!

Concepção com doador

Se você tem uma relação com uma mulher, pode-se usar um sêmen de Banco de Sêmen, para se criar
uma família. Se este é solteiro/a, deverá engravidar antes do início do tratamento, ou fazer uso de uma
doadora ou útero de substituição. Aquelas com uma parceira não transgénero, poderão engravidar com
o útero desta e iniciar seu tratamento.

Ter um Filho após o início do tratamento

Se você é solteiro ou tem como parceiro um homem, e preservou a sua fertilidade, poderá engravidar
usando os óvulos congelados, com esperma dele ou de Banco, e colocado o embrião em você ou em
útero de substituição.

Se não congelou os óvulos, e não se submeteu a retirada dos ovários, poderá produzir óvulos a partir
da parada dos hormônios masculinos. Esta modalidade deve ser monitorada pelo seu médico, pois a
manutenção destes durante a gravidez poderá afetar a evolução, e genitália do bebe.

Se você tem como parceira uma mulher você pode considerar usar sêmen de Banco de Sêmen. Se seu
parceiro é um homem, poderá utilizar um óvulo doado e útero de substituição. Você será legalmente
ligada a este bebe, mas não geneticamente.

Transgênero mulher (nascido homem)

O hormônio utilizado é o Estrogênio (feminino) irá ao longo do tempo inibir a produção de
espermatozoides, e tornar difícil uma ereção ou ejaculação. Seria incerto a retomada de produção de
espermatozoides, após cessar o uso de hormônios, mas não é impossível. Entretanto opções
reprodutivas existem depois da terapia.

Concepção Natural

Se você tem uma parceira mulher, concepção pela relação sexual ou inseminação artificial é o mais
simples e barato método de iniciar uma família, mas pode ser emocionalmente difícil.

Congelamento de Esperma

O congelamento de esperma antes do início do tratamento hormonal é o mais simples, rápido e seguro
método de preservar a fertilidade dos espermatozoides. Usualmente colhido por masturbação em uma
clínica especializada, ou pode ser colhido em casa, em recipiente fornecido pela clínica. O sêmen é
guardado em alíquotas separadas, servindo cada uma para uma tentativa. Habitualmente
recomendamos guardar 6 a 8 alíquotas de uma ou duas coletas.

Aqueles que não conseguem colher podem ser aspirado sob anestesia diretamente do testículo.

Reprodução Assistida

Aqueles com parceira mulheres poderão usar esse sêmen, em uma inseminação ou fertilização in vitro,
e os com parceiros masculinos, utilizar, a doação de óvulos e o útero de substituição.

Após o início da terapia hormonal

Se você guardou o esperma e tem o relacionamento com uma mulher, inseminação ou Fertilização in
vitro, se com homem, óvulos doados e útero de substituição.
Se você não guardou o esperma, e não fez cirurgia afeando os genitais, poderia parar os hormônios e
aguardar a volta da produção de espermatozoides, habitualmente, pode levar de 3 a 5 meses. Alguns
casos podem não ser reversíveis.

Se você tem como parceiro um Homem, deverá recorrer a uma doação de óvulos e útero de
substituição. Se sua parceira é uma mulher, você pode usar um banco de esperma.

Todas estas informações foram disponibilizadas, para melhor compreensão, de como a Medicina da
Reprodução, pode ajudar àqueles que desejam ter filhos, independentemente de sua orientação sexual.
Todo ser humano tem direito a ser feliz, cada um da maneira que melhor achar.

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Idade e Fertilidade

Dr. Luiz Fernando Dale

Como a idade afeta a capacidade de uma mulher engravidar e sustentar uma gravidez?

• A idade da mulher é um dos fatores mais importantes que afetam, se ela é capaz de conceber e dar à
luz uma criança saudável. Isto é devido a várias mudanças que são uma parte natural do
envelhecimento:
• O número e a qualidade dos óvulos (reserva ovariana) diminuem natural e progressivamente a partir
do momento em que a mulher nasce até o momento em que atinge a menopausa. Este declínio é
gradual a partir de seus 35, mas acelera rapidamente após seus 40 anos.
• Não só é mais difícil engravidar (conceber), mas aborto e anormalidades cromossômicas na criança
(como síndrome de Down) são mais comuns em mães mais velhas.
• Miomas, endometriose, e alterações tubárias são mais comuns e podem afetar a fertilidade.
• As mulheres que engravidam em uma idade mais avançada têm um risco mais elevado das
complicações durante a gravidez, tal como o diabetes gestacional e o preeclampsia.

Como a idade afeta a capacidade do homem de produzir uma gravidez?

Uma diminuição na fertilidade de um homem parece ocorrer mais tarde na vida do que na fertilidade de
uma mulher. Em seus 40, os homens experimentam mudanças em seus espermatozoides que podem
causar problemas com fertilidade e problemas cromossômicos / desenvolvimento com prole. Esta
correlação com o homem até hoje é colocada em duvida por muitos especialistas.

Quando devo começar a fazer perguntas?

Casais onde a mulher é menor de 35 anos devem pedir uma avaliação de fertilidade se eles não foram
capazes de conceber após um ano de tentativa (relações sexuais desprotegidas). Casais em que a
mulher tem mais de 35 anos devem procurar avaliação se não tiverem sido capazes de conceber após
seis meses.

Que outros fatores podem causar um declínio em minha fertilidade?

Se você tem qualquer um dos seguintes fatores de risco, você pode considerar procurar
aconselhamento antes do descrito acima:
• História familiar (mãe ou irmã) com menopausa precoce (antes dos 50 anos)
• História do tabagismo em qualquer parceiro
• Cirurgia ovariana prévia
• Exposição à quimioterapia ou radiação para tratar câncer em qualquer dos parceiros
• Redução do tempo entre períodos
• Períodos ignorados ou ignorados
• História de lesão nos testículos
• A exposição a produtos químicos tóxicos (certos pesticidas ou solventes)

Se um casal tem um problema médico óbvio que afeta a sua capacidade de conceber, tais como
ausência de períodos (amenorreia) ou períodos irregulares, disfunção sexual, história de doença pélvica
ou cirurgia prévia, eles devem começar a avaliação de infertilidade imediatamente.

Como podem testar minha reserva ovariana?

O número de seus óvulos (reserva ovariana) pode ser estimado usando exames de sangue para os
níveis de hormônio folículo-estimulante (FSH) ou hormônio antimülleriano (AMH). Um ultrassom às
vezes é usado para contar o número de folículos (contagem de folículos antrais [AFC]). Não há um
único teste que mede a reserva ovariana perfeitamente. A qualidade, não há teste possível. O que
temos é a correlação de determinada idade com taxas de gestação.
Como eles podem testar a contagem e a qualidade do meu esperma?

Durante a análise do sêmen, a ejaculação de um homem é examinada para medir o número, forma e
movimento do esperma. O exame deve ser realizado em laboratório especializado. O exame em
laboratórios de analise clinica comum, costumam oferecer resultados dúbios. .

É possível diminuir ou reverter o envelhecimento reprodutivo?

Não. No entanto, comer bem, fazer exercícios regularmente, dormir o suficiente, evitar fumar e adotar
um estilo de vida que reduz o estresse pode melhorar sua saúde geral. Estudos sugerem que fumar,
dieta e estresse pode ter um impacto na qualidade dos óvulos / esperma e podem acelerar a
menopausa. No entanto, apesar dos nossos melhores esforços para abrandar ou inverter o processo, a
melhoria da saúde não compensa o declínio natural na fertilidade feminina, que pode ocorrer muito
mais cedo do que a maioria das mulheres espera.
Espermatozoides estão sendo produzido continuamente, e levam cerca de 3 meses para amadurecer.
Mudanças no estilo de vida e na exposição podem mostrar na qualidade do esperma dentro de alguns
meses. Ao contrário dos homens, uma mulher nasce com todos os seus óvulos, por isso não existem
métodos / tratamentos para crescer mais ou óvulos novos ou preservar a qualidade dos óvulos que
permanecem. Portanto, é importante falar sobre planejamento familiar com um profissional de saúde,
mesmo que você não esteja pensando em engravidar imediatamente. Isso pode diminuir a chance de
ter dificuldades mais tarde.

Existe uma abordagem médica para melhorar a minha fertilidade?

Sim. Existem estratégias médicas que podem maximizar a chance de conceber. Eles estão focados em
obter o óvulo e o esperma juntos no melhor momento para a concepção de ocorrer. Essas estratégias
podem incluir “lavagem” esperma, inseminação intrauterina (IUI), fertilização in vitro (FIV), ou tomar
medicamentos de fertilidade. Estas abordagens podem ser úteis, mas eles não podem reverter o
processo de envelhecimento natural do ovulo ou esperma.

Que outras opções estão disponíveis?

Homens e mulheres que querem atrasar ter um filho até o final dos anos 30 ou início dos anos 40
podem considerar métodos para preservar sua fertilidade. Uma maneira é congelar esperma, óvulos ou
embriões. Nos homens, a coleta de esperma é geralmente um processo rápido, não invasivo, simples e
criopreservação de espermatozoides está bem estabelecida. Uma mulher deve submeter-se à
recuperação do ovulo como na FIV (para obter mais informações sobre a congelar de óvulos, (consulte
o nosso site em congelamento de óvulos). O congelamento de embriões está bem estabelecido e
geralmente tem mais sucesso do que o congelamento de ovos não fertilizados, mas exige que a mulher
tenha um parceiro masculino ou use esperma de doador.
A única outra opção para homens e mulheres que já são inférteis é usar esperma, ovos ou embriões
doados por outro homem, mulher ou casal. Usando gametas ou doados, fazem com que a chance de
uma gravidez bem sucedida o mesmo que para a pessoa que doou os gametas, levando-se em
consideração a idade da doadora.
Para obter mais informações sobre sua fertilidade, é importante falar com seu provedor de saúde mais
cedo para planejar sua futura saúde reprodutiva.

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Fertilização In vitro RJ

Programa de ovodoação compartilhada, útero de substituição e banco de esperma da Clinica Dale.

Já há muitos anos, a Clínica Dale, trabalha com ovodoação compartilhada, útero de substituição e Banco de esperma.

Todo o casal em que a mulher tenha menos de 35 anos é oferecido a participação no programa de ovodoação compartilhada.  Daí, a primeira pergunta: Porque uma mulher aceitaria doar seus óvulos? Por duas razões, ou seja, diminuir o custo financeiro do tratamento, e para muitas, a sensação de poder ajudar alguém na mesma situação, mas sem outra chance com os próprios óvulos.

Como funciona a seleção de doadoras?  Com o aceite para participar, a paciente preenche um questionário com dados próprios de saúde, e de seus familiares. Realiza uma triagem de sangue para infecções, hormônios, e analise genética. Fazemos uma avaliação da parte emocional, para termos uma idéia da compreensão do ato que esta se dispondo a realizar.

A indicação de FIV da doadora só poderá ser por causa masculina ou anatômica, jamais por causa ovariana ou endometriose.

Passado este crivo inicial, iremos procurar em nosso arquivo de receptoras, o pareamento com grupo sanguíneos do casal (para maiores opções), cor do cabelo, pele, olho e estatura. Com a fotografia do casal receptor e da doadora, procuramos parear algumas semelhanças de fisionomia, ou regionalismo.

Definido o pareamento o casal será contactado, para começar o tratamento. Não seria necessário salientar que todo o tratamento é absolutamente anônimo, sendo que nem o resultado de gestação de uma ou outra será fornecido. Este sigilo entra no rol do sigilo medico inviolável, protegido por lei.

O tratamento da doadora, será exatamente igual a um tratamento de Fertilização in Vitro, já de indicação previa do paciente. A única diferença será em relação aos óvulos obtidos, no qual metade será doado, sendo fecundado com o esperma da receptora. A outra metade fecundado com esperma do marido da doadora.

A receptora terá seu útero preparado em paralelo a doadora, para que no momento da coleta dos óvulos, o útero esteja com endométrio adequado para transferência de embriões.

Engravidando a doadora, faz-se a manutenção desta, com Progesterona e Ácido fólico ate 12 semanas, período em que o ovário estaria produzindo hormônios. Após este período, a placenta assume a produção hormonal, e o suporte progestacional, não é mais necessário.

A receptora, como não teve seus ovários trabalhando, devendo então ser reposta com Estrogênio e Progesterona, até a 12ª semana, e após poderá suspender sem riscos. A gravidez após esta data é autônoma até o final, sendo suportada pela placenta apenas.

O programa de doação dos óvulos obtém uma boa chance de gestação, em torno de 40 a 45% dependendo da idade da doadora. A transferência embrionária, só pode ser de no máximo dois embriões, visto que pela norma: até 35 anos só podemos transferir até dois. A idade é do ovulo (doadora) e não do Útero (receptora).

O programa de ovodoação de nossa clinica, é bastante ativo, mas infelizmente o numero de receptoras é sempre maior. Razão para isto, é que a população que procura tratamento para fertilidade, hoje em dia, está na sua maioria, acima dos 35 anos de idade. Com isto o numero de doadoras é sempre menor do que o numero de receptoras.

No Brasil é proibido a doação simples de óvulos de mulheres que não se submeterão a um tratamento de fertilidade. Esta medida, foi tomada, buscando evitar o comercio de óvulos. Mulheres que fariam o tratamento com intuito de receber uma compensação financeira por isto.

Útero de Substituição:
Tratamento indicado para mulheres que nasceram sem o útero ou cirurgicamente o retiraram, ou ainda aquelas, em razão de alguma doença, não poderiam gestar. O Conselho Federal de Medicina permite que este tratamento possa ser feito entre parentes até 4* grau. Mas muitos casais não tem parentes dispostos, ou com saúde e idade para tal.

Quando o casal, não tem a quem recorrer para o útero de substituição aparentado, poderia através de seu medico, solicitar ao Conselho Regional de Medicina, a possibilidade de útero de substituição não aparentado. O profissional elabora um documento, com vários pré-requisitos, apresentando ao Conselho a razão do pedido, e a avaliação física, emocional da pessoa que será o útero de substituição. O tema após deliberação, sendo aprovado, poderá ser então realizado. Importante é que conste sempre a inexistência de compensação financeira da mulher portadora.

Banco de Esperma:
Há muitos anos trabalhamos com o Banco FARIFAX CRYOBANK, nos Estados Unidos.  Além da vasta gama de informações sobre o doador, o Fairfax é hoje reconhecido como o Banco que mais exames faz nos doadores. A avaliação é extremamente criteriosa, utilizando de testes especializados, que eliminem as probabilidades negativas de um doador. Exemplo: doadores de raça judia fazem ao menos sete testes genéticos, para excluir doenças ligadas a raça.

Além das informações as amostras permitem o uso tanto em inseminação artificial como in Vitro, Aumentando a gama de escolha dos tratamento.

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