Congelamento de Embriões
Congelamento de Embriões: Entenda o Tratamento
Durante a Fertilização In Vitro (FIV), é comum que o número de embriões formados seja maior do que a quantidade ideal para transferência.
Isso acontece porque o Conselho Federal de Medicina estabelece limites para evitar gestações múltiplas.
Os embriões que não são transferidos podem — e devem — ser congelados, garantindo novas oportunidades de gravidez no futuro.
Eles podem ser utilizados em uma nova tentativa, caso o primeiro ciclo não resulte em gestação, ou até mesmo em um tratamento futuro para o segundo filho.
DIFERENCIAL: O congelamento de embriões é uma das formas mais seguras e eficazes de preservar o potencial reprodutivo do casal, sem necessidade de repetir todas as etapas da FIV.
Para quem é indicado o Congelamento de Embriões
O congelamento de embriões é indicado em diferentes situações, seja como parte de um tratamento de fertilização ou como estratégia de preservação da fertilidade.
Ele é recomendado em casos como:
- Quando a mulher apresenta risco de síndrome de hiperestimulação ovariana, e a transferência é adiada por segurança.
- Quando o casal deseja preservar embriões para tentar uma nova gestação no futuro.
- Quando o tratamento de FIV resulta em mais embriões do que podem ser transferidos de uma vez.
- Quando realizamos o estudo genético do embrião. Este deve ser congelado após a biopsia por 12 dias, para aguardar o resultado. Depois, o embrião estudado é descongelado e transferido para o útero materno.
O congelamento garante tranquilidade e planejamento, permitindo que o casal conduza a construção da família no próprio tempo.
Importante: o congelamento de embriões é um projeto do casal, pois o material genético pertence a ambos e o processo é indivisível. Já o congelamento de óvulos é um procedimento exclusivamente da mulher, que mantém total autonomia sobre seu uso futuro. O congelamento de esperma, é um projeto do homem.
Passo a Passo do Congelamento de Embriões
Assim como na FIV, o processo começa com a estimulação ovariana, a coleta dos gametas (óvulos e espermatozoides) e a fertilização em laboratório.
Após o desenvolvimento, apenas os embriões viáveis e de melhor qualidade são preparados para o congelamento.
Crioproteção
Os embriões selecionados são expostos a uma solução de crioprotetores — substâncias que evitam a formação de cristais de gelo nas células durante o congelamento.
Vitrificação
Os embriões são colocados em pequenos recipientes e rapidamente resfriados em nitrogênio líquido a -196ºC. Essa técnica de congelamento ultrarrápido preserva a estrutura celular e aumenta a taxa de sobrevivência após o descongelamento.
Armazenamento
Os recipientes são etiquetados e mantidos em tanques de nitrogênio líquido, onde os embriões permanecem viáveis por tempo indeterminado, em total segurança.
Importante: Todas as células congeladas são mantidas em tanques de nitrogênio líquido, não sendo dependente de quedas ou falta de eletricidade.
Como os Embriões Congelados São Utilizados
Quando o casal decide tentar uma nova gestação, o processo é simples:
Os embriões são descongelados cuidadosamente e passam por uma avaliação antes da transferência para o útero.
O procedimento é indolor e semelhante a um exame ginecológico.
Com a implantação no endométrio, o desenvolvimento da gestação ocorre de forma natural, sem necessidade de repetir a estimulação ovariana.
Esse processo traz conforto físico, emocional e financeiro, pois reaproveita os embriões já formados em ciclos anteriores.
Por Que Escolher a Clínica Dale para o Congelamento de Embriões?
A escolha da clínica faz toda a diferença na preservação de embriões. Na Clínica Dale, a experiência e o rigor técnico caminham lado a lado com o acolhimento humano.
Experiência
e Tradição
Com quase 40 anos de história, a Clínica Dale é pioneira em reprodução assistida no Brasil. O Dr. Luiz Fernando Dale foi um dos primeiros especialistas a introduzir a FIV no país, tornando-se referência desde 1988.
Certificação
e Segurança
Somos a primeira clínica do Rio de Janeiro certificada pela Red Latino Americana de Reproducción Asistida (RED). Essa certificação, renovada anualmente desde 2000, garante que nossos processos e resultados são auditados conforme padrões internacionais.
Resultados Comprovados
Mais de 5.000 famílias já foram formadas com o apoio da Clínica Dale. Essa marca simboliza a união entre tecnologia, conhecimento e sensibilidade.
Cuidado
Humanizado
Sabemos que cada embrião representa uma esperança. Por isso, tratamos cada etapa com respeito, empatia e transparência, apoiando o casal em todas as decisões.
Dúvidas Comuns sobre o Congelamento de Embriões
Por que são fecundados mais óvulos do que podem ser transferidos?
Durante a FIV, fecundamos mais de um óvulo para aumentar as chances de sucesso.
Porém, o número de embriões que pode ser transferido é limitado pelo Conselho Federal de Medicina, para reduzir o risco de gestações múltiplas.
Os embriões excedentes são congelados com segurança.
O que acontece se o casal não quiser congelar os embriões?
Caso o casal opte por não congelar, o médico avaliará quantos óvulos devem ser fecundados, com base no potencial reprodutivo e nos objetivos do tratamento.
Contudo, os embriões excedentes só podem ser descartados após três anos de armazenamento, conforme a regulamentação do CFM.
O casal pode também optar por fertilizar menos óvulos do que foram obtidos (exemplo: 10 óvulos — fecundamos 4 e congelamos 6 óvulos para o futuro).
O que fazer com os embriões após atingir o número desejado de filhos?
- Manter os embriões armazenados para uso futuro.
- Doar, de forma anônima, para outro casal que não tenha gametas viáveis.
- Solicitar o descarte, respeitando o prazo legal de três anos de congelamento.